29/12/2011 . 4,854 notes . Reblog
29/12/2011 . 131 notes . Reblog
Confesso que estou sem saber o que fazer, pensar e nem sei se devo agir ou deixar tudo como está… falando nisso, como está? por onde anda? o que aconteceu com você, comigo, com nós dois? Eu queria saber as respostas de todas essas perguntas, mas não, eu não sei, apenas imagino. Eu quero que saiba que eu estou bem na medida do possível, que sinto sua falta, que leio aquele texto, que vejo suas fotos, que durmo e acordo pensando em você, continua tudo ,ou quase tudo, igual. Ainda te amo e não sei quanto tempo mais vou esperar, mas ainda estou aqui, ainda.

Confesso que estou sem saber o que fazer, pensar e nem sei se devo agir ou deixar tudo como está… falando nisso, como está? por onde anda? o que aconteceu com você, comigo, com nós dois? Eu queria saber as respostas de todas essas perguntas, mas não, eu não sei, apenas imagino. Eu quero que saiba que eu estou bem na medida do possível, que sinto sua falta, que leio aquele texto, que vejo suas fotos, que durmo e acordo pensando em você, continua tudo ,ou quase tudo, igual. Ainda te amo e não sei quanto tempo mais vou esperar, mas ainda estou aqui, ainda.

28/12/2011 . 3 notes . Reblog
“Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo.” - Caio Fernando Abreu

Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo.” - Caio Fernando Abreu

20/12/2011 . 3 notes . Reblog
Eu simplesmente não sei mais gostar de alguém sem ser você.
14/12/2011 . 15,613 notes . Reblog
13/12/2011 . 44,857 notes . Reblog
13/12/2011 . 14,365 notes . Reblog
Ficar sem falar com você me tortura.
13/12/2011 . 28,651 notes . Reblog
Imagina que louco seria se você estivesse aqui agora.
2/12/2011 . 5 notes . Reblog
PUTA VONTADE DE IR AÍ, TE BEIJAR E DIZER QUE TE AMO
2/12/2011 . 33,784 notes . Reblog
30/11/2011 . 67,641 notes . Reblog
[Flash 10 is required to watch video]
30/11/2011 . 392,509 notes . Reblog
O Red Hot. cade você? To acordado só pra ter ver.
25/9/2011 . 665 notes . Reblog
CAPITAL INICIAL FODA NO ROCK IN RIO, SEM MAIS.
24/9/2011 . 2 notes . Reblog
02-24:

Numa bela manhã, nada fora do comum, um dia como o outro qualquer. A mesma menina, acorda no mesmo horário, fazendo as mesmas coisas para ir aos mesmos lugares. Mais um dia de luta  - declarava ela amargamente ao acordar, achando que nada fosse mudar. Saiu de casa como deveria ser, mal ela sabia que o seu destino e sua rotina estava prestes a mudar. Chegando em seu local de estudo, o qual ela preferia se referir como um local de tortura máxima, encontrou a única coisa que a fazia se sentir bem lá dentro, seus amigos. Como fazia de costume, conversou um pouco com eles antes de seu primeiro tempo de “tortura” começar, ou as vezes saindo de sua rotina ia para o posto matar esse tempo que a fazia sofrer, mas não era sempre. Passou o dia em seu colégio normalmente como devia ser. Na hora da saída sua amiga, pediu a ela para ficarem a tarde, para estudar para prova, coisa que nunca acontecia obviamente. Então ela aceitou, aceitando isso..passaram horas, pessoas em seus caminhos mudaram consequentemente e seu caminho também mudou. Ela ia pelo caminho de sempre para sua casa, quando esbarrou com um menino, foi um choque, ela o observara, cada detalhe e cada gesto. Ele era lindo! Parecia um anjo, loiro, olhos esverdeados e pele de porcelana. Algo que ela nunca vira antes…pode parecer exagero, mas para ela era o que tanto chamamos de “amor a primeira vista”. Era como se ela já conhecesse ele, o rosto não era desconhecido, por mais que tentasse não conseguia lembrar de onde vinha esse lindo rosto. Trocaram poucas palavras, poucos gestos, mas o seu pequeno e rápido sorriso para ela foi arrebatador. Então os dois seguiram seus caminhos. Mas ele não saiu em nenhum momento do dia dos pensamentos dela, foi então que pensou o quão tinha sido burra em nem ao menos perguntar o nome, agora além de não se lembrar de onde o reconhecera, não sabe nem o nome para tentar descobrir. E então ficou pensando “quando?” quando é que irão se ver de novo? SE isso acontecer, quando será? Ela já não aguentava a espera para ver aquele lindo rosto a sua frente mais uma vez. Os dias iam se arrastando, não como antes, mas cada vez mais lentos, e os pensamentos dela ainda eram focados nele. Parecia que o relógio não estava ao seu favor, nem o relógio nem o destino. Ela só queria que tudo conspirasse a favor de um encontro entre eles como no dia em que esbarrou com ele acidentalmente. Na escola tudo como antes, mas com amizades cada vez mais fortes. Fez amizade tão rápido com uma menina com quem ela nunca imaginara ao menos falar. E hoje elas se viam amigas. Então surgiu um trabalho de grupo em seu colégio, então formou um grupo com suas quatro melhores amigas. E então uma delas ofereceu a casa para realizarem o trabalho. No dia seguinte todas se dirigiram à casa de sua amiga que tinha oferecido. Chegando lá, elas conversaram um pouco como de costume, e agilizaram um pouco do trabalho. Todas haviam ido embora, mas ela, a nova apaixonada, continuou lá na casa de sua amiga. Então decidiu ir embora. Quando ia abrindo a porta da casa para sair, deu de cara com ele! O tão esperado encontro acontecera novamente, quando eles menos esperavam. Estavam despreparados e ali, parados um de frente para o outro. Desajeitados trocaram sorrisos, e então falaram juntos. Sim era ele, ela não tinha duvida, nunca iria confundir aquele lindo rosto. Se lembraram daquele desastroso encontro e riram. Desta vez se apresentaram. O nome dele era Rafael.Rafael. Repetia sem parar em sua mente o nome do seu anjo. Foi então que ela saiu desse paradise, caindo na realidade. O que ele fazia ali? Dentro da casa de sua amiga? Foi então que pensou em perguntar mas já era tarde demais, a resposta já vira como uma bomba. A sua amiga gritava desesperadamente pelo irmão. Para mostrar algo a ele talvez, então ele entrou e com uma breve despedida, se afastou. Ela ficou chocada, e decidiu sair rapidamente, para que ninguém notasse sua cara de paisagem. Os dias foram passando, a amizade com sua amiga foi aumentando, independente de seu irmão, a sua amizade com ela sempre foi e sempre será a parte. Ela sempre fez questão de separar bem as coisas, pra evitar coisas que já haviam acontecido, comentários do tipo que sua amizade era por interesse. Mas ela não ligava, não ligava porque sua amiga nunca se abalou com isso, acreditava nela e isso só era um de outros mil motivos de se aproximarem tanto. Viajavam juntas, saiam sempre, se viam como irmãs. Mas inevitavelmente, sem ela querer, seu amor por seu irmão ia aumentando junto, um pouco mais lento, mas ia aumentando em uma velocidade significativa. Foi então que ela se viu enrolada, no meio de tantos sentimentos confusos. Não sabia mais como fazer, como separar essa montanha de confusões que iam se criando dentro de si. Então surgiu a primeira oportunidade, ela estava coberta de medo e nervosismo. Mas deixou seu envolvimento com ele falar mais alto, então rolou. O tão esperado primeiro beijo. Ela se sentiu a pessoa mais feliz e sortuda de todo o mundo. E esse beijo só serviu para concluir o que já havia calculado todo esse tempo, o seu amor por ele. Depois ficaram um tempo sem se ver, era final de ano, férias e cada um seguiu seu caminho com suas famílias, e suas viagens. Então surgiu uma outra oportunidade, muitos diziam para ela não aproveitá-la, pois diziam que não valia a pena. suas duas amigas, tirando a irmã dele, viam o quão ela estava apaixonada e acharam melhor ela parar por aí, para não ir criando expectativas. Mas ela resolveu ouvir seu coração, o que levou a aproveitar mais esta oportunidade. Foi mais um dia maravilhoso para ela. Depois com o tempo, nada ia acontecendo, nada fora do normal, se falavam, apenas oi e tchau, como pessoas que se falam apenas por educação. E ela foi sentindo isso no seu coração, não era uma sensação boa. Era uma sensação de perda, uma dor profunda. E ai que ela foi botando na sua cabeça que o melhor era esquecê-lo, assim como suas amigas haviam dito, ela começou a achar que não valia a pena, não mais. E ela ficou com isso, essa dor acompanhando a ela dia após dia. A pior parte da dor, eram as lembranças que vinham de relance em sua memória. Era uma dor profunda e ela não sabia como pará-la. Tentava se distrair com outras coisas, ocupar sua mente. Mas era inevitável, assim que podia sua memória dava um jeito e trazia tudo de volta, como um filme em sua cabeça. E seu coração apertava. Ela continuava amiga da irmã dele, tão amiga como nunca havia sido, elas confiavam muito uma a outra, e ainda confiam. Então surgiu outra oportunidade, numa viajem, ela já estava totalmente iludida com suas palavras fofas, seus elogios e seus carinhos. Então ela achou que seria fraca, mais uma vez, se decepcionando mais uma vez. Foi então que ela passou mal, muito mal acabando assim com os planos dele de beijá-la novamente. O que não adiantou muito, porque com esse seu enjoo ele cuidara dela, como nunca ninguém havia cuidado. Foi carinhoso com ela, fazendo carinho enquanto a mesma dormia, enchendo-a de beijos e um aparente amor. Apesar dela amá-lo, cada vez mais, a cada segundo mais, ela não queria acabar com esse amor. Então preferiu evitá-lo, para depois não ter novamente a frustração, o abandono. Depois disso, houve mais uma tentativa, mas não aconteceu. Mesmo ela desejando mais que tudo seu lábio no dele, ela foi forte e decidiu não cair em tentação. Ela achava que estava fazendo o melhor, mas foi percebendo que aquilo só a machucava, era como se ela estivesse se auto-punindo. Mas continuou assim. E então as oportunidades, foram diminuindo, e ela foi se sentindo cada vez mais rejeitada, cada vez menos desejada. E essa dor ainda vive dentro dela. Ela sente como se pudesse passar todo o tempo do mundo que ela continuará pensando nele, e imaginar eles dois juntos, em como seria. Até mesmo se iludindo, sozinha. Essa dor bate e fica, fica e fica. Ela ainda o vê, e o desejo só aumenta, o desejo de querer voltar atrás e reviver todos os momentos felizes, em que ele fez com que ela se sentisse especial. E todo dia é assim, ela luta para tirá-lo da cabeça todos os dias da semana, no final de semana se apaixona tudo de novo, ou até mais. Na outra semana vem a angústia de se sentir mais uma vez rejeitada. E assim sucessivamente. Ela vai vivendo a vida dela, um dia com esperança de que um dia pode dar certo e outros dois com vontade de chorar e arrancá-lo do peito. Aí já foram 3 dias da semana. Em um ela consegue se ocupar por inteiro e não pensar tanto nele, isso a faz feliz. Dois dias após, ela só o deseja aqui perto dela, deseja desesperadamente vê-lo. E por fim, nesse último dia, ela o vê, se apaixona e cria expectativas e sonhos cada vez mais altos. E assim voltando ao inicio do ciclo. Até quando? Não sei, isso só Deus sabe. A única coisa que ela tem certeza é de seu amor por ele, não correspondido, mas não importa. Ninguém entende esse amor, mas também não importa, afinal, quem é que entende o amor? 
 02-24

02-24:

Numa bela manhã, nada fora do comum, um dia como o outro qualquer. A mesma menina, acorda no mesmo horário, fazendo as mesmas coisas para ir aos mesmos lugares. Mais um dia de luta  - declarava ela amargamente ao acordar, achando que nada fosse mudar. Saiu de casa como deveria ser, mal ela sabia que o seu destino e sua rotina estava prestes a mudar. Chegando em seu local de estudo, o qual ela preferia se referir como um local de tortura máxima, encontrou a única coisa que a fazia se sentir bem lá dentro, seus amigos. Como fazia de costume, conversou um pouco com eles antes de seu primeiro tempo de “tortura” começar, ou as vezes saindo de sua rotina ia para o posto matar esse tempo que a fazia sofrer, mas não era sempre. Passou o dia em seu colégio normalmente como devia ser. Na hora da saída sua amiga, pediu a ela para ficarem a tarde, para estudar para prova, coisa que nunca acontecia obviamente. Então ela aceitou, aceitando isso..passaram horas, pessoas em seus caminhos mudaram consequentemente e seu caminho também mudou. Ela ia pelo caminho de sempre para sua casa, quando esbarrou com um menino, foi um choque, ela o observara, cada detalhe e cada gesto. Ele era lindo! Parecia um anjo, loiro, olhos esverdeados e pele de porcelana. Algo que ela nunca vira antes…pode parecer exagero, mas para ela era o que tanto chamamos de “amor a primeira vista”. Era como se ela já conhecesse ele, o rosto não era desconhecido, por mais que tentasse não conseguia lembrar de onde vinha esse lindo rosto. Trocaram poucas palavras, poucos gestos, mas o seu pequeno e rápido sorriso para ela foi arrebatador. Então os dois seguiram seus caminhos. Mas ele não saiu em nenhum momento do dia dos pensamentos dela, foi então que pensou o quão tinha sido burra em nem ao menos perguntar o nome, agora além de não se lembrar de onde o reconhecera, não sabe nem o nome para tentar descobrir. E então ficou pensando “quando?” quando é que irão se ver de novo? SE isso acontecer, quando será? Ela já não aguentava a espera para ver aquele lindo rosto a sua frente mais uma vez. Os dias iam se arrastando, não como antes, mas cada vez mais lentos, e os pensamentos dela ainda eram focados nele. Parecia que o relógio não estava ao seu favor, nem o relógio nem o destino. Ela só queria que tudo conspirasse a favor de um encontro entre eles como no dia em que esbarrou com ele acidentalmente. Na escola tudo como antes, mas com amizades cada vez mais fortes. Fez amizade tão rápido com uma menina com quem ela nunca imaginara ao menos falar. E hoje elas se viam amigas. Então surgiu um trabalho de grupo em seu colégio, então formou um grupo com suas quatro melhores amigas. E então uma delas ofereceu a casa para realizarem o trabalho. No dia seguinte todas se dirigiram à casa de sua amiga que tinha oferecido. Chegando lá, elas conversaram um pouco como de costume, e agilizaram um pouco do trabalho. Todas haviam ido embora, mas ela, a nova apaixonada, continuou lá na casa de sua amiga. Então decidiu ir embora. Quando ia abrindo a porta da casa para sair, deu de cara com ele! O tão esperado encontro acontecera novamente, quando eles menos esperavam. Estavam despreparados e ali, parados um de frente para o outro. Desajeitados trocaram sorrisos, e então falaram juntos. Sim era ele, ela não tinha duvida, nunca iria confundir aquele lindo rosto. Se lembraram daquele desastroso encontro e riram. Desta vez se apresentaram. O nome dele era Rafael.Rafael. Repetia sem parar em sua mente o nome do seu anjo. Foi então que ela saiu desse paradise, caindo na realidade. O que ele fazia ali? Dentro da casa de sua amiga? Foi então que pensou em perguntar mas já era tarde demais, a resposta já vira como uma bomba. A sua amiga gritava desesperadamente pelo irmão. Para mostrar algo a ele talvez, então ele entrou e com uma breve despedida, se afastou. Ela ficou chocada, e decidiu sair rapidamente, para que ninguém notasse sua cara de paisagem. Os dias foram passando, a amizade com sua amiga foi aumentando, independente de seu irmão, a sua amizade com ela sempre foi e sempre será a parte. Ela sempre fez questão de separar bem as coisas, pra evitar coisas que já haviam acontecido, comentários do tipo que sua amizade era por interesse. Mas ela não ligava, não ligava porque sua amiga nunca se abalou com isso, acreditava nela e isso só era um de outros mil motivos de se aproximarem tanto. Viajavam juntas, saiam sempre, se viam como irmãs. Mas inevitavelmente, sem ela querer, seu amor por seu irmão ia aumentando junto, um pouco mais lento, mas ia aumentando em uma velocidade significativa. Foi então que ela se viu enrolada, no meio de tantos sentimentos confusos. Não sabia mais como fazer, como separar essa montanha de confusões que iam se criando dentro de si. Então surgiu a primeira oportunidade, ela estava coberta de medo e nervosismo. Mas deixou seu envolvimento com ele falar mais alto, então rolou. O tão esperado primeiro beijo. Ela se sentiu a pessoa mais feliz e sortuda de todo o mundo. E esse beijo só serviu para concluir o que já havia calculado todo esse tempo, o seu amor por ele. Depois ficaram um tempo sem se ver, era final de ano, férias e cada um seguiu seu caminho com suas famílias, e suas viagens. Então surgiu uma outra oportunidade, muitos diziam para ela não aproveitá-la, pois diziam que não valia a pena. suas duas amigas, tirando a irmã dele, viam o quão ela estava apaixonada e acharam melhor ela parar por aí, para não ir criando expectativas. Mas ela resolveu ouvir seu coração, o que levou a aproveitar mais esta oportunidade. Foi mais um dia maravilhoso para ela. Depois com o tempo, nada ia acontecendo, nada fora do normal, se falavam, apenas oi e tchau, como pessoas que se falam apenas por educação. E ela foi sentindo isso no seu coração, não era uma sensação boa. Era uma sensação de perda, uma dor profunda. E ai que ela foi botando na sua cabeça que o melhor era esquecê-lo, assim como suas amigas haviam dito, ela começou a achar que não valia a pena, não mais. E ela ficou com isso, essa dor acompanhando a ela dia após dia. A pior parte da dor, eram as lembranças que vinham de relance em sua memória. Era uma dor profunda e ela não sabia como pará-la. Tentava se distrair com outras coisas, ocupar sua mente. Mas era inevitável, assim que podia sua memória dava um jeito e trazia tudo de volta, como um filme em sua cabeça. E seu coração apertava. Ela continuava amiga da irmã dele, tão amiga como nunca havia sido, elas confiavam muito uma a outra, e ainda confiam. Então surgiu outra oportunidade, numa viajem, ela já estava totalmente iludida com suas palavras fofas, seus elogios e seus carinhos. Então ela achou que seria fraca, mais uma vez, se decepcionando mais uma vez. Foi então que ela passou mal, muito mal acabando assim com os planos dele de beijá-la novamente. O que não adiantou muito, porque com esse seu enjoo ele cuidara dela, como nunca ninguém havia cuidado. Foi carinhoso com ela, fazendo carinho enquanto a mesma dormia, enchendo-a de beijos e um aparente amor. Apesar dela amá-lo, cada vez mais, a cada segundo mais, ela não queria acabar com esse amor. Então preferiu evitá-lo, para depois não ter novamente a frustração, o abandono. Depois disso, houve mais uma tentativa, mas não aconteceu. Mesmo ela desejando mais que tudo seu lábio no dele, ela foi forte e decidiu não cair em tentação. Ela achava que estava fazendo o melhor, mas foi percebendo que aquilo só a machucava, era como se ela estivesse se auto-punindo. Mas continuou assim. E então as oportunidades, foram diminuindo, e ela foi se sentindo cada vez mais rejeitada, cada vez menos desejada. E essa dor ainda vive dentro dela. Ela sente como se pudesse passar todo o tempo do mundo que ela continuará pensando nele, e imaginar eles dois juntos, em como seria. Até mesmo se iludindo, sozinha. Essa dor bate e fica, fica e fica. Ela ainda o vê, e o desejo só aumenta, o desejo de querer voltar atrás e reviver todos os momentos felizes, em que ele fez com que ela se sentisse especial. E todo dia é assim, ela luta para tirá-lo da cabeça todos os dias da semana, no final de semana se apaixona tudo de novo, ou até mais. Na outra semana vem a angústia de se sentir mais uma vez rejeitada. E assim sucessivamente. Ela vai vivendo a vida dela, um dia com esperança de que um dia pode dar certo e outros dois com vontade de chorar e arrancá-lo do peito. Aí já foram 3 dias da semana. Em um ela consegue se ocupar por inteiro e não pensar tanto nele, isso a faz feliz. Dois dias após, ela só o deseja aqui perto dela, deseja desesperadamente vê-lo. E por fim, nesse último dia, ela o vê, se apaixona e cria expectativas e sonhos cada vez mais altos. E assim voltando ao inicio do ciclo. Até quando? Não sei, isso só Deus sabe. A única coisa que ela tem certeza é de seu amor por ele, não correspondido, mas não importa. Ninguém entende esse amor, mas também não importa, afinal, quem é que entende o amor

 02-24

13/9/2011 . 6 notes . Reblog